40 Dicas para Ser Mais Presente no Dia do seu Filho

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Você tem um sentimento de culpa de vez em quando porque com tantas coisas para fazer durante o dia, muitas vezes você não dá toda a atenção que seus filhos precisam? Eu me sinto assim muitas vezes… Por mais que eu me esforce para estar com eles e atender todas as necessidades deles, às vezes sinto que não estou fazendo o suficiente por eles. Mesmo estando em casa o dia todo, são tantas coisas que preciso fazer como as tarefas domésticas, as coisas do blog, videos, compras… Enfim, tem dias que realmente não sobra tempo para sentar na sala com meus filhos e assistir uns minutinhos de televisão com eles ou passar a tarde brincando.

Sabe quando seu filho começa a fazer uma série de coisas erradas, que nós sabemos que ele sabe que está errado, mas mesmo assim ele faz, e nós não entendemos o porque daquilo? Então… Eles fazem isso para chamar nossa atenção porque na cabecinha deles, tanto faz você estar brigando ou dando carinho para eles… Tudo o que eles querem é sua atenção! Então eles fazem coisas erradas porque sabem que dessa forma você vai parar tudo o que está fazendo para ir até lá e dar uma bronca!

E foi pensando nisso que fui procurar algumas dicas que me ajudassem a ter pequenos momentos com eles, mas que me fizessem sentir mais presente na vida deles e que não os deixassem sentir falta da minha atenção. Encontrei em um blog chamado the better mom um post com 40 dicas para ser mais presente no dia dos nossos filhos e como vocês já sabem que não sou egoísta e sempre que encontro um bom artigo faço questão de traduzí-lo e compartilhá-lo com vocês, aqui vão as 40 dicas que a escritora de livros para pais e também blogueira, Tricia Goyer, fez para os pais:

  1. Cante a música favorita do seu filho enquanto você veste suas meias.
  2. Olhe nos olhos do seus filho enquanto ele fala com você.
  3. Use diferentes vozes enquanto você lê um livro para seu filho dormir.
  4. Brinque de cavalinho.
  5. Respire fundo e ore a Deus agradecendo pelo “agora”.
  6. Sente no chão e chame seu filho para sentar com você.
  7. Faça uma lista de coisas para agradecer com seu filho e acrescentem algo todos os dias.
  8. Deixe seu celular de lado. Tente deixá-lo longe de você e o cheque apenas uma vez por hora.
  9. Escreva coisas que você aprecia no seu filho em pequenos bilhetes e procure repetir essas coisas com frequência.
  10. Acrescente um toque de amor no almoço do seu filho. Pense: “O que eu poderia fazer para mostrar o quanto eu amo meu filho nessa refeição?”
  11. Ignore a louça suja, a roupa para lavar, a casa para varrer durante a primeira hora do seu dia e comece sua manhã com seu filho.
  12. Ensine para seu filho alguma brincadeira que você gostava quando era criança.
  13. Encontre maneiras de dizer “sim” ao invés de “não”.
  14. Faça de novo se algo não está dando certo naquele momento. Avise: “Comece de novo.”
  15. Reflita sobre o que seu filho está fazendo naquele momento. “Você está de pé em uma perna. Você está pulando.” Não pense que você tem que elogiar sem motivo… As crianças simplesmente querem nossa atenção.
  16. Ensine para o seu filhos tarefas domésticas simples.
  17. Vá com calma. Pense duas vezes quando estiver planejando algo, e faça isso com seu filho.
  18. Conte para seu filho alguma experiência que você tenha tido quando tinha a idade dele.
  19. Mergulhe na história do seu filho. Pergunte mais detalhes.
  20. Pergunte para seu filho o que ele gostaria de fazer por 10 minutos. Ponha o relógio para despertar e divirta-se com ele.
  21. Vá no quintal com seu filho e vejam quantos tipos de insetos vocês conseguem achar.
  22. Brinque de Reizinho Mandou.
  23. Diga para seus filhos que você é muito grata por tê-los como parte da família.
  24. Pense: Como seu filho te vê nesse momento? Como você gostaria que ele o visse?
  25. Ligue para um amigo ou um membro da família com seu filho só para dizer “Oi.”
  26. Se exercitem juntos.
  27. Pegue um álbum de fotografia antigo e compartilhe suas memórias com seus filhos.
  28. Ofereça um abraço.
  29. Faça um reunião de família e cite as coisas que vocês precisam melhorar e as coisas que vocês estão fazendo certo.
  30. Elogie seu filho por estar fazendo alguma coisa certa.
  31. Peça para seu filho te ajudar a fazer alguma coisa.
  32. Saia para almoçar com seu filho.
  33. Veja até quanto vocês podem contar juntos.
  34. Visite a biblioteca.
  35. Conte para seu filho como foi a primeira semana dele de nascido.
  36. Conte para seu filho o significado do nome dele.
  37. Leiam a bíblia juntos.
  38. Desligue a televisão.
  39. Perdoe-se. Não deixe sua mente ficar voltando ao passada e lembrando das vezes que você errou como mãe. Entregue isso para Deus.
  40. Se você se pega pensando, ou se preocupando, como o que será do futuro dos seus filhos, entregue isso para Deus também.

Sabe que refletindo nessa lista, percebi que muitas das coisas citadas eu já faço com meus filhos e talvez eu nem tenha tantos motivos para me sentir culpada pois me esforço muito para ser uma mãe presente na vida deles. Porém, tem muito pontos que preciso melhorar muito como olhar nos olhos quando eles falam comigo e deixar o celular de lado para estar com eles.

E o que você acrescentaria nessa lista? Eu vou adorar saber… Deixe aqui nos comentário! 😉

Fiquem com Deus e até a próxima!

Xoxo 😉

 

Lendo Com Seu Filho

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Bom dia mamães,

Hoje vou falar de uma coisa que amo e faço desde que meus filhos nasceram. Ler!! Amo ler para os meus filhos e mesmo quando as pessoas riam de mim porque eu lia para a Giulia e ela era só um bebezinho de colo, eu continuei lendo com o incentivo do meu marido. Sempre que saíamos, eu comprava um livro diferente pra ela. E hoje, ela ama livros e se esforça muito pra ler, e o melhor, passou isso para meu filho, que infelizmente não li com a mesma frequência que lia para ela, mas mesmo assim ele ama livros da mesma forma e sempre que vê algo que chama a atenção dele, me pede pra comprar o livro. Hoje em dia continuo lendo para a Giulia todos os dias, mas são os livros da escola que vem para serem lidos como dever de casa. Além disso também lemos a bíblia todos os dias. Ela já reconhece os sons de muitas sílabas e lê sozinha palavras pequenas. Infelizmente por enquanto ela só lê em inglês, mas assim que ela estiver completamente alfabetizada faço questão de ensiná-la a escrever em português, e o mesmo com meu filho.

Vejo algumas mães que reclamam porque seus filhos não gostam de ler, não se interessam pelos livros, não gostam de estudar, e na maioria das vezes a culpa é da própria mãe que nunca se interessou em incentivar seus filhos a lerem. Nunca perdeu 20 minutos do seu dia para ler um livro com as crianças enquanto eles eram bebês. Por isso resolvi fazer esse pequeno manual com dicas para tornar seus filhos bons leitores do nascimento aos 5 anos. Leiam e pratiquem essas dicas com seus bebês e não achem que porque ele só mama e dorme não está prestando a atenção nas suas palavras. Ele está sim e a recordação da leitura ficará pra sempre na memória dele. E falo isso por experiência própria, porque minha filha lembra até hoje de livros que lia quando ela mal sentava sozinha. Eu tenho uma coisa que carrego comigo e tento passar para o meus filhos: dinheiro acaba, coisas materiais podem ser roubadas, perdidas, quebradas, mas o conhecimentoIsso ninguém tira de você! Por isso acho tão importante nos dedicarmos a educação dos nossos filhos, e não estou falando de escolas caras e cheias de recursos não, porque quem faz a escola são os alunos. O professor que ensina na escola pública, ensina o mesmo conteúdo do professor que ensina na escola particular, a diferença estão nos alunos que se importam em aprender ou não, e esse incentivo vem de casa. São os pais que devem ensinar a importância de se ler, de aprender, de estudar. O ditado que diz que educação vem de berço é a mais pura verdade! Mamães, fiquem ligadas nas dicas e leiam mais para seus filhos. Dá um pulinho na biblioteca pública da sua cidade e empreste uns 3 livros infantis por semana, não tem problema repetir o livro… O importante é ler e incentivar as crianças à gostarem de leitura desde cedo.

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Por hoje é isso!! Eram essas as dicas que eu gostaria de dar para vocês. Compartilhem essas dicas com suas amigas que, assim como você, também são mamães e procuram fazer o melhor para seus filhos. Espero que tenham gostado!!

Fiquem com Deus e até a próxima!

Xoxo 😉

Bullying

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O assunto que vou falar hoje é muito sério e bastante preocupante. Vou falar sobre o bullying.

Ontem fui na feira do livro que estava acontecendo na escola da minha filha e encontrei uma conhecida que há muito tempo não via. Começamos a conversar e ela me contou algo que me deixou preocupada e me fez ficar alerta para o assunto. O filho dela, um adolescente de 12 anos, teve problemas na escola em que estudava o ano passado. Uma garota que supostamente era apaixonada por ele começou a mandar torpedos no celular dele com mensagens de amor, e como ele não deu muita bola para a menina, ela então mudou de tática e começou a agredí-lo com palavras torpes e xingamentos nesses torpedos. Escrevia coisas nas mensagens que mexiam com auto-estima do garoto, falava do físico dele como se ele tivesse um problema, o que na verdade não era pois ele é um garoto com um fisíco normal, sem nada que chame muita a atenção ou que possa ser considerado um defeito. Mas essas mensagens começaram a mexer com os sentimentos dele, e isso desencadeou uma alteração no temperamento dele tornando-o uma pessoa nervosa. E, sua mãe, percebendo que algo não estava bem com seu filho, resolveu investigar o que estava acontecendo e descobriu que ele estava sofrendo bullying virtual, ou seja, por torpedos no celular. Final da história: a mãe foi aconselhada pela diretora da escola que o garoto fizesse terapia familiar para controlar o nervosismo que ele desenvolveu por conta do bullying, e ele tem feito até hoje. Ela disse que ele está melhorando, mas que ainda tem auto-estima muito baixa. A diretora a aconselhou também à fazer um B.O. contra a meninas, afinal, bullying é crime, mas ela preferiu não levar essa história até as últimas consequências para poupar o filho dela que poderia ficar ainda mais constrangido de ter que ir à polícia contar todas as coisas que ela havia chamado ele pelos torpedos.

E o que me preocupou nessa história toda foi que ele nunca contou nada para a mãe dele. Sofreu calado o tempo todo. Além disso, no caso dele foi um bullying pessoal, vamos dizer assim. Apenas entre ele e a garota. Mas,  e se ela tivesse feito essa agressão pelas redes sociais ou verbalmente, dentro da escola e na frente dos amigos dele?? O trauma poderia ter sido muito maior, e o que me preocupa é que esse tipo de crime tem sido cada dia mais frequente. Os adolescentes tem usado cada vez mais as redes sociais para agredirem seus colegas, pessoas que às vezes tem realmente um problema físico e que na maioria das vezes já são traumatizados com isso. E fico pensando: o que leva um ser humano a debochar de outra pessoa?? Qual a graça que isso pode ter? Como isso pode ser um prazer na vida dequele cidadão? E na maioria dos casos, a vítima não consegue se defender e também evita contar para seus pais por vergonha de tudo o que está acontecendo. Por isso deixo aqui um alerta para todos os pais: se seu filho participa de redes sociais ou tem celular, acompanhe o que seus filhos estão fazendo virtualmente, pois muitas vezes eles podem estar sendo vítimas de bullying e você nem imagina, e mais tarde esse trauma pode causar uma consequência ainda pior na vida dessas crianças. E você ainda pode descobrir algo pior do que seu filho ser uma vítima do bullying… Ele pode estar sendo o criminoso que comete o bullying, o que, no meu ponto de vista, merece tanto tratamento psicológico quanto a vítima, pois debochar dos defeitos do próximo não é uma coisa de ser humano normal.

Agora eu pergunto: porque no tempo em que nós éramos crianças, apelidar o colega que tinha a orelha um pouco maior de dumbo, ou a amiguinha que era um pouco mais cheinha de baleia não era crime e hoje em dia isso é considerado um crime tão grave que até nome já tem? Na minha opinião isso mudou à partir do momento em que o mundo passou a ter um padrão de beleza, e que todas as pessoas que não se encaixam nesse padrão por algum motivo, acabam sendo alvo de deboche e agressão. E é ainda mais grave na era da internet em que vivemos, onde uma palavra usada para apelidar uma pessoa alcança tantas outras que nem ao menos conhecem a vítima do apelido. Mas agora o bullying já existe e não há nada que possamos fazer, a não ser cuidar dos nosso filhos. E se você notar um comportamento diferente nos seus filhos, procure saber o que está acontecendo. Se mostre amiga do seus filhos e se faça uma pessoa em quem eles podem confiar para contar tudo o que está acontecendo com eles. Não é tarefa fácil, mas é extremamente necessário se queremos manter nossos filhos saudáveis e longe das ofensas.

Existe um filme chamado Bullying Virtual que retrata muito bem como esse tipo de crime procede nas redes sociais. Achei esse filme completo e dublado no YouTube e vou deixar o link aqui para quem se interessar em assistir.

Esse assunto é muito sério e merece atenção!

Fiquem com Deus e até a próxima.

Xoxo 😉

Christine Bueno